VÍDEO: homem ‘voa’ em drone gigante na comissão de frente da Portela
Comissão de Frente da Portela A comissão de frente da Portela trouxe um “drone gigante” — e tripulado. Durante a apresentação do coletivo, o tripé de...
Comissão de Frente da Portela A comissão de frente da Portela trouxe um “drone gigante” — e tripulado. Durante a apresentação do coletivo, o tripé de apoio se abriu, e um integrante, montado num superdrone iluminado, decolou e sobrevoou os demais bailarinos. Na narrativa, era a redenção do Negrinho do Pastoreio, que após várias provações O público aplaudiu bastante a inovação da Águia. Quem estava nas frisas e nos degraus mais próximos à pista também sentiu a potência das hélices do equipamento. Drone da comissão de frente da Portela Lucas Soares/TV Globo O que representa Dividida em 4 atos, a comissão de frente apresentou o enredo a partir do diálogo entre o orixá Bará e o Negrinho do Pastoreio, personagens que conduzem a narrativa da escola. Na encenação, Bará, senhor dos caminhos no Batuque gaúcho, pede ao Negrinho que encontre uma história perdida na névoa. O menino retorna com a trajetória de Príncipe Custódio, liderança religiosa que, segundo a tradição afro-gaúcha, organizou o Batuque no Rio Grande do Sul e se tornou símbolo de resistência negra no estado. A apresentação mostra a chegada de Custódio ao sul do país, sua atuação religiosa e política e o assentamento de Bará no Mercado Público de Porto Alegre, espaço considerado sagrado pelos praticantes. A partir desse ponto, a narrativa destaca a formação das nações do Batuque e a consolidação da religião como expressão de identidade e sobrevivência da população negra gaúcha. “Energizado pela dança dos orixás e ancorado pelo assentamento de Bará por parte do Príncipe Custódio, o Batuque rompe fronteiras. É nesse momento que o Negrinho do Pastoreio retorna. Encantado, fica para trás o sofrimento e a lembrança da perda dos cavalos”, diz a sinopse. Drone tripulado alça voo no desfile da Portela Reprodução/TV Globo